A Fórmula da Felicidade

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Ávido viajante se encontra num ciclo permanente: Deseja o que não possui; Corre alucinado pela conquista; E quando alcança o que desejou, insatisfeito, se direciona a outro desejo. O que é útil ou valioso está sempre do lado de fora: no outro ou com o outro. Logo, o viajante se consterna pois para ele a vida passa a se figurar por uma ininterrupta busca, de uma felicidade aparente. Uma corrida pelo querer e pela diversidade, injusta se observada somente no ponto de vista do plano das formas. Claro, não há oportunidades e distribuição justa de aptidões nesta viagem alucinante. Um panorama pessimista se formata, anunciado pelos filósofos que ousaram dissertar sobre o livre-arbítrio.

Parafraseando Léon Denis, em seu Problema do Ser, do Destino e da Dor: considerando a questão mais de perto, vê-se que a liberdade é suficiente para permitir que a alma quebre este círculo e escape às forças opressoras. Mas como proceder, visto que o que vemos no outro é reflexo de nós mesmos, aos quais buscamos como fios elétricos necessitados de uma conexão?

Prossegue Denis, ao salientar que a liberdade e a responsabilidade são correlativas no ser e aumentam com sua elevação; é a responsabilidade do homem que faz sua dignidade e moralidade. Sem ela, não seria ele mais do que um autômato, um joguete das forças ambientes: sendo assim a noção da moralidade é inseparável da de liberdade.

Por este lado, o argumento filosófico ruma para o entendimento de que a busca real da felicidade reside em nós, não na aparência mas sim na essência. Na construção e prática de valores morais. Temos a liberdade condicionada e esta extensão à coletividade, pois do ponto de vista moral, ainda não dominamos e governamos a nós mesmos.

O escritor encerra, com uma fórmula a nos guiar neste caminho:

Para sermos livres é necessário querer sê-lo e fazer esforço para vir a sê-lo, libertando-nos da escravidão da ignorância e das paixões inferiores, substituindo o império das sensações e dos instintos pelo da razão.

Isto só se pode obter por uma educação e uma preparação prolongada das faculdades humanas: libertação física pela limitação dos apetites; libertação intelectual pela conquista da verdade; libertação moral pela procura da virtude. É essa a obra dos séculos. Mas, em todos os graus de sua ascensão, na repartição dos bens e dos males da vida, ao lado da concatenação das coisas, sem prejuízo dos destinos que nosso passado nos inflige, há sempre lugar para a livre vontade do homem.

 

Divagações interdimensionais

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Plano das formas: aparência

 

Latitude, longitude, amplitude.

Princípio inteligente: consciente, inconsciente, subconsciente.

Vetor diretivo azimutal: Tempo

Sensações, impressões, recordações.

Receptor de dados e manifestação: Cérebro

Reptiliano, límbico, neocórtex.

Instinto, emoções, intelectualidade.

Leis regentes: Gravidade, termodinâmica, relatividade.

Força motriz: Magnetismo

 

Plano das ideias: consciência

 

Limiar do eixo espaço-tempo.

Pensamento, sentimento, memória.

Veículo de manifestação orbital: Perispírito

Não-circunscrito, não-fixo, fluídico.

Estabilização, cocriação, transferência.

Além do eixo espaço-tempo.

Sede da inteligência e moral: Espírito

Matéria quintessenciada, criação, armazenamento

Matriz energética do Eu Superior

 

Além dos planos: superconsciência

Desígnio primordial

Origem, destino e caminho: “Dados insuficientes para uma resposta significativa”

 

 

Sexualidade: Um Ponto de Vista

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Na planta, a inteligência dormita; no animal, sonha; só no homem acorda, conhece-se, possui-se e torna-se consciente. Léon Denis

Tem-se como conceito firmado e largamente aceito de que o orgulho e o egoísmo são as maiores chagas da humanidade. O orgulhoso não sabe conviver com as diferenças, pois é prepotente e se sente superior ao outro, logo almeja que todos sejam iguais, em aparência ou comportamento. O egoísta quer ser atendido de imediato, preferencialmente por pessoas que pensem como eles, a fim de impedir qualquer tipo de conflito. Logo, o ego também é o inverso da indulgência, pois que não tolera diferenças.

Ambos (orgulho e egoísmo) não são adeptos da racionalidade e razoabilidade, deixando-se levar facilmente pelas paixões. Se o sujeito porta esses sentimentos em sua expressão mais exacerbada, desencadeia-se o seguinte pressuposto: “Se as escrituras que considero sagradas dizem em algum momento que o certo é o homem se relacionar com uma mulher, e todo resto deve ser condenado, pronto”. Encontra-se aí o cerne da questão e a sina do orgulhoso: esquecer-se-á todos os demais trechos, principalmente aquele que sugere que devemos “amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Condenarão tudo que lhe é diferente a partir de uma revelação supostamente elevada, em um trecho comodamente moldado conforme seus interesses, de forma erroneamente interpretada se observado o contexto mais abrangente.

O sujeito que se mascara através das chagas destacadas neste preâmbulo, o orgulho e o egoísmo, descontente com a tentativa pugnaz de ultrajarem seus preconceitos, tentará ainda se defender através de um conhecimento supostamente científico: dirão que os caracteres que levam à homossexualidade ou transexualidade seriam “falhas em processos biológicos” ou ainda resultantes da “sinergia entre fatores antrópicos causados pela nossa forma de vida”. Observações estapafúrdias, visto que se observarmos a natureza no âmbito holístico, veremos seres estagiando nos variados reinos, já propensos ou portadores das distintas manifestações sexuais.

Depreende-se que tudo se encadeia na natureza, segundo Léon Denis (1846-1927): do átomo ao arcanjo, e que seres que principiam nos variados reinos da vida hoje, tornar-se-ão espíritos aptos a habitarem corpos cada vez mais complexos e superiores.

Quereria então o sujeito, protagonista deste breve enredo, que condenássemos Deus, por criar infinitos mistérios e diferentes modos de viver ao seu bel-prazer? Este seria o ápice do ego, em contragosto dos argumentos apresentados, a empalar o sujeito em um casulo de nítidas contradições, a nublar os significados mais justos. Ou agradecemos a bendita oportunidade de conviver com aquele que é diferente, uma lição de  humildade que nos evolve rumo a uma nova dimensão de progresso?

Assim conclui-se que a orientação sexual não molda caráter e os valores morais, mas sim nossa educação que os moldam. Caminhemos portanto, neste sentido, para termos opiniões cada vez mais consistentes e uma vida equilibrada com respeito perante às diferenças naturais.

Kalki

Referências Consultadas:

  • Opinião: Sexo, Sexualidade(s) e Espiritismo. Danilo Arnaut. Disponível neste artigo.
  • FAQ do NEFCA – Núcleo Espírita de Filosofia e Ciências Aplicadas. Questão 15.

Protocooperação

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Se nos guiássemos pelas paixões desenfreadas que por vezes nos fascinam e corrompem, já não existiríamos:

O ego insiste nas suas tentativas ávidas de me trancafiar nas sensações inferiores e nas experiências mais superficiais, no intuito de refratar nossa real identidade.

Se precisássemos de pessoas iguais a nós, em pensamento e prática, não teríamos nos disposto a esta prova magnânima:

As diferenças nos fazem questionar incessantemente nossa própria conduta, e pesarmos com maior crivo nossas conquistas e dificuldades no âmbito do discernimento.

Se dependêssemos somente da reciprocidade e disposição alheias para nos motivar, estaríamos fadados ao fracasso:

Cada um está imerso em suas batalhas pessoais, fato que nos convida à gentileza e a indulgência em qualquer circunstância.

Se, por sua vez, fôssemos autossuficientes ao ponto de nos desconectarmos da sociedade, estaríamos livres em qualquer ponto do universo e não agregados em bilhões:

Esta assertiva nos faz sentirmo-nos pequeninos mas ao mesmo tempo responsáveis pela evolução do organismo terrestre e a natureza que o circunda.

Se, por evidência incontestável, este sentimento nos move e nos conecta, clareando cada vez mais nosso caminho e o sentido de dever, individual e coletivo:

Sob posse deste encadeamento de conhecimento, nos condicionamos a compreender este desígnio lógico e conciso, na busca pelo atingimento de um ponto-chave que nos inunda de felicidade e bem-aventurança: Nos tornaremos aptos pela construção e manutenção do nosso Universo, no equilíbrio necessário através da matéria e antimatéria, entre as ferramentas corporais e espirituais.

PROSSIGAMOS, pois a batalha intelectual, moral e ideológica é árdua e longa. Não poupemos esforços.

Kalki

A Natureza de Deus

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Estavam em uma assembleia vários doutores do conhecimento: físicos, químicos, astrônomos e tantos outros. A discussão ia além de suas certezas acadêmicas, e avançavam rumo a conjecturas existenciais ao desconhecido: a natureza de Deus.

O astrônomo se adiantou: Bom, caso ele exista, imagino que a gravidade seja o tato de Deus, regendo os movimentos de estrelas e planetas, de forma infinitamente perfeita.

O químico incrédulo arriscou um palpite: não creio em Deus. Mas caso ele exista, certamente as leis da termodinâmica são o epicentro de suas emoções e sentimentos.

O físico alimentou o debate. Para Deus, o eletromagnetismo seria seu raciocínio e a força nuclear sua força de vontade para um ciclo ininterrupto de criações e transformações.

Enquanto o assunto fluía, o matemático propôs que deveria existir uma fórmula exata que alinharia todos estes parâmetros e descreveria Deus.

O programador pensava de forma semelhante, mas para ele Deus seria um mainframe de todas as coisas, um sistema formado por algoritmos que regularia cada força fundamental do Universo.

Chegaram a bióloga e o neurocientista e propuseram uma nova direção ao imbróglio: para eles facilitaria o entendimento de Deus se pensarmos no microcosmo e não no macrocosmo. Logo inferiram que as células, principalmente as neuronais, carregariam a natureza e os desígnios de Deus, em sentido e caráter progressivo.

Já o filósofo discursava no âmbito da metafísica, para ele a única forma de abstrair e transcender o entendimento de Deus, sem conceitos e regras, somente sentimentos subjetivos em um panorama de equilíbrio e justiça.

Ao fundo da sala permanecia um poeta, calado e divagando em seus pensamentos. Atento a cada opinião e muito mais, à natureza, aos seres que o circundavam e toda a sua trajetória de vida e conhecimentos obtidos. No momento que sua participação foi requerida, levantou uma pequena folha de seu caderno em que fazia anotações, no que recitou em alta e clara voz:

Se Deus existe e nisto eu insisto,
Ele está em tudo e em todos
No aperto de mão de meu semelhante,
Dizendo-me Aqui estou!

Não como insistem os panteístas
De maneira fragmentada,
Muito menos de forma egoísta
ou personificada.

Mas se Deus é um hausto que a tudo acolhe
Regendo as estrelas e os planetas,
Então não só acredito nele,
Mas Nele estou imerso,
Pois que todo efeito tem causa inteligente,
O que se dirá de nós e do Universo?

Buscamos respostas rebuscadas
E a chancela das escrituras e suas reminiscências,
Mas esquecemos de pequenos gestos…
Que de forma integrada,
Nos alinham aos seus desígnios e essência!

Sem dúvida estou em meio a grandes intelectuais
E a seu conhecimento me curvo,
Mas em matéria de Deus?
Ele está nos mais simples sinais,
E na imensidão de suas criações
A tentar explicá-lo eu não me atreveria,
Em cada progresso, sentimentos e suas conexões…
Só me rejubilo em proclamar

És Infinita Sabedoria.

Kalki

Transcendência

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“O ato de servir nos dá a capacidade de transcender a dor que nos cerca.”

Mark Hyman

Aproximar-se de outro Ser, que está imerso em suas batalhas pessoais, muitas vezes travadas com fantasmas que desconhecemos, é um processo que exige extremo respeito e compaixão.

Não é uma habilidade que se adquire da noite para o dia, necessita disciplina e exercício.

É como a arte de esculpir em madeira ou argila, mas neste caso o artesão continuará sempre a retocar a obra em um ciclo ininterrupto — buscando as melhores FORMAS.

É ainda análoga à arte de escrever poesias, mesclando métricas e rimas resultantes em novos versos — atingindo CONTEÚDO mais abrangente, edificante e útil.

Pois bem, analogias esmiuçadas: vamos ao método. Como já mencionado neste blog, é como conectar-se com outro Universo, recheado de mecanismos e regras que podem lhe causar estranhezas em um primeiro contato. Logo, é preciso cautela e zelo.

É projetar-se para fora de si, se manifestando neste Universo como se você vivesse nele; É ainda, observar o pensador como se fossem seus pensamentos.

Mais do que isso, trata-se de transbordar de si mesmo e permitir que o outro transborde. É proporcionar conforto ao outro com a sua presença, e quando se tratar de comunicar algo desconfortável, friso as premissas de exercitar-se na forma e no conteúdo supracitados.

Pense em um dueto de cordas. A sincronia e a sintonia são requisitos básicos. Mas neste cenário não existem as cordas nem o dueto. As cordas seriam as dores do(s) outro(s), então urge o aprimoramento da técnica para tocá-las com comiseração. Os instrumentos já estão bem esclarecidos.

Por ora, basta. Fica claro como água cristalina, que em nossas viagens intergalácticas temos sempre de carregar um pacotinho de bom senso e empatia, para uso imediato e sem moderação. Do contrário, talvez seja melhor ficar em casa, e planejar com sabedoria nossas incursões. Lapidando um pouco mais a escultura antes de colocá-la em exposição. Escolhendo com lucidez as rimas antes de recitá-las.

Kalki

Fractal

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Os opostos se distraem. Os dispostos se atraem.

Fernando Anitelli.

A cada interação edificante, motivou-se a desejar sabedoria. Outrora navegou em águas inconstantes, reaprendendo a duros golpes o valor da calmaria.

Eis que sua trajetória passa a ter mais sentido e propósito! A cada alegria… a cada lamento, se aprimorou para apreciar de forma integral este momento.

Se viu refletido defronte a um mistério fractal, embora ainda se sentisse despedaçado, sobretudo no aspecto moral.

Imprinting.

Mente inquieta, coração acelerado.

Não se esquivou da oportunidade, não há acasos… o hausto do universo enfim conspirava a seu favor.

Exalava seu garbo intelectual, camuflando habilmente um amor imensurável. Observou cada aresta, ainda transpirava certos receios. Contrastando com seu ar de racionalidade, de súbito foi tomado por uma emoção irrefreável: intuição.

O abstrato já era tão claro e sentido que o concreto perdeu seu significado.

Reciprocidade que se apresentou sem morosidade, forjada em revigorante disposição.

Passado e futuro se mesclaram em extasiante fusão.

Contentamento. Aquiescência. Não arriscaria descrever com palavras aquele sentimento, deixou embeber sua alma da mais sutil essência.

Suas pulsações se ajustaram em inebriante sincronia. Frequências mentais em pura sintonia. O agora tornou-se seu lar. Almejada harmonia.

Já estavam prontos desde o início. Sem perderem suas individualidades e personalidades. Da poeira das estrelas, uma longa viagem de fragmentos que se tornaram um só.

 

Backpacker

Livre-arbítrio 

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Fica claro por experiência e observação, o maior aprendizado de nossa geração em seu estágio atual da dimensão terrena, é o respeito pela liberdade de escolhas do seu próximo. Não somente de escolhas, mas simplesmente por sermos únicos e nos manifestarmos da maneira como nos é conveniente, nesta interação cada vez mais globalizada da sociedade. Ainda andamos em passos de formigas, mas no horizonte já existem sinais positivos. E como quero que este pequeno esboço seja essencialmente otimista, vou direto a estes detalhes:

– Os pais que aceitam os(as) filhos(as) por sua opção sexual diversa, seja ela qual for;

– O cidadão que não submete a(o) parceira(o) a seus caprichos, permitindo que este(a) busque seus sonhos e planos à sua maneira, seja aprimorando seu intelecto através de um curso favorito, ou uma vocação profissional específica;

– O empresário que valoriza totalmente seu funcionário, mesmo no que tange a sua autoestima, permitindo que ele(a) se manifeste conforme se vê confortável, quer seja relacionado à vestimentas, uso de barba, tattoos, piercings entre outros acessórios;

– A pessoa que é dedicada e honesta em sua profissão, não cedendo à convites corrompíveis do sistema vigente;

– O legislador que se esforça para que cada vez mais as leis e regulamentos transpareçam os verdadeiros valores da moral e da ética;

– O crente em qualquer religião, doutrina ou seita que aceita a crença diferente da sua ou o descrente, aceitando-o como seu semelhante e na oportunidade, interagindo para troca de conhecimento em clima amistoso;

– O companheiro de bar que denota aptidão para debater os mais variados assuntos, com fins de compartilhamento em detrimento de qualquer sinal de imposição ou melindre;

– O torcedor que grita o nome do time adversário, se compadecendo mediante uma situação negativa, e oferecendo sua própria casa para a estadia do rival;

– Entre tantos outros sinais que nos convidam à reflexão e demonstram que o progresso está sempre em articulação, embora não se dê em saltos;

Parecem coisas simples se observadas pelos mais esclarecidos, mas que infelizmente ainda não são unanimidade em nossa realidade atual. O importante é sempre nos portarmos com esta postura onde estivermos, não dando vazão às vozes que nos aliciam às sombras. E por fim, aceitarmos o outro como ele é, em qualquer circunstância.

Sou grato pela sua leitura, e o aceito em sua completude.

Helvüs

Estações

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Raros são os dias que não temos oportunidades de mudanças. Diria que quase impossíveis. Oportunidades que nos deixam cheios de incertezas, extasiados ou angustiados pelas escolhas a fazer. Queremos sempre acertar e neste ímpeto reside a origem do sofrimento que nós mesmos criamos. O universo está sempre se transformando e mesmo em nosso mundo o tempo e a disposição não perdoam atrasos, estagnação e principalmente falta de empatia ou ainda, ausência de reciprocidade nos objetivos e relações. Só sei que quando nos deparamos com ambições rasas nas proximidades, devemos nos manifestar com parcimônia, quando não cortarmos o mal pela raiz. Antes os vínculos eram criados por domínio, poder e pressão. Mas na atualidade está tão nítida a diferença de valores e princípios que o afastamento acaba sendo uma ocorrência natural. Simplesmente partículas que se repelem por estranharem suas naturezas que muitas vezes guardam nada em comum, seguindo seus caminhos particulares. Não consigo acreditar que estas colisões são obtidas ao acaso… são estes efeitos detentores de causas inteligentes que no nível atual de nosso intelecto dificilmente conseguiremos descrever. Só podemos conjecturar e continuar caminhando, sempre com vistas ao progresso. Para a próxima estação!

Helvüs