Música #7 – Músicas Marcantes em Séries

Salve mochileiros! Hoje quero compartilhar com vocês algumas músicas de séries que foram marcantes para mim. Alguns são aberturas, outros músicas que tocaram em episódios específicos que entoaram momentos de diversão e reflexão. Se liga nesta lista, espero que gostem!

Obs: Para evitar as propagandas nos vídeos use a extensão Adblock, disponível para os navegadores Google Chrome e Mozilla Firefox 🙂

10 – MR ROBOT

9 – BETTER CALL SAUL

8 – GAME OF THRONES

7 – SHERLOCK

6 – WALKING DEAD

5 – FALLING SKIES

4 – PERSON OF INTEREST

3 – BATTLESTAR GALACTICA

2 – DEXTER

1 – LOST

 

No próximo post musical farei uma lista com músicas de filmes, não percam! Abraço e até breve 😉

Música #6 – Surpresas de 2017

Hot Thoughts melting our minds.

Já havia mencionado em Junho o quão fraco musicalmente estava o ano de 2017, com pouquíssimos álbuns recomendáveis, como os já citados Crack-Up (Fleet Foxes), For Crying Out Loud (Kasabian), I See You (The XX), entre outros medianos, tais como o Ti Amo (Phoenix) e o Somersault (Beach Fossils).

A questão é que o ano teve uma reviravolta positiva, e não sei se foi devido ao meu aprofundamento maior para os lançamentos, já considero como um dos melhores anos da década no que tange à boa música.

Avaliei até o momento 41 álbuns lançados no ano, através da plataforma Rate Your Music, seis deles avaliados como 4/5, o que considero um nível excelente e outros dezesseis como 3,5/5, nível ainda considerado como muito bom em meus critérios.

A seguir faço uma compilação dos 10 melhores álbuns de 2017, seguido respectivamente pelas notas e músicas favoritas:

1 – SPOON (Hot Thoughts)    4/5
2 – KASABIAN (For Crying Out Loud)   4/5
3 – FLEET FOXES (Crack-Up)    4/5
4 – THE NATIONAL (Sleep Well Beast)   4/5
5 – KING GIZZARD AND THE LIZARD WIZARD (Flying Microtonal Banana)   4/5
6 – ALVVAYS (Antisocialities)   4/5
7 – THE XX (I See You)    3,5/5
8 – QUEENS OF THE STONE AGE (Villains)    3,5/5
9 – FLOTATION TOY WARNING (The Machine That Made Us)    3,5/5
10 – SUFJAN STEVENS (Planetarium)    3,5/5

Merecem aqui uma menção honrosa, por não figurarem nesta lista: o álbum homônimo do Slowdive, os lançamentos de Arcade Fire (Everything Now) e LCD Soundsystem (American Dream) e os bons álbuns do Mount Eerie e Ayreon.

Deixo como críticas negativas os lançamentos do Incubus (8) e do Foo Fighters (Concret and Gold), bandas que acompanho desde o início e que não me agradaram em nada nos álbuns de 2017.

Por enquanto é isso, mochileiros. Ainda temos boas expectativas para os lançamentos do The Killers (Wonderful), Cut Copy (Haiku From Zero) e MGMT (Little Dark Age), entre outras gratas surpresas que poderão ocorrer até o mês de dezembro.

Para acompanhar diariamente dicas nestes estilos musicais é só me acompanhar no RYM, Last.FM ou Spotify. Abraço e até a próxima!

 

 

 

Música #5 – Melhores Álbuns de 2017

gifm1

Ahoy mochileiros amantes de boa música!

Esta seção do blog está quase atrofiada, graças aos lançamentos não muito sensacionais do ano que se segue. Apesar disso, já me permito recomendar ao menos 5 álbuns que avaliei sem medo de ser feliz.

kasabian

Começo com o sexto álbum de estúdio da banda de indie rock inglesa, Kasabian. O álbum For Crying Out Loud está gerando um turbilhão de opiniões entre críticos e fãs. Para os críticos do Almusic e do Metacritic o álbum já supera a média 7/10 enquanto no RateYourMusic o mesmo não ocorre, tendo média inferior a 6/10.

Foi nítida a oscilação que a banda sofreu após seu debut Kasabian de 2004 e um sinal de melhora entoado pelo álbum Velociraptor! em 2011. For Crying Out Loud demonstra que a veia da banda é mesmo o Neo-Psychedelia aliado ao indie, sem pender muito ao indietronic. Até o momento é para mim o melhor álbum do ano.

Top5: Comeback Kid, III Ray (The King), Wasted, Twentyfourseven, You’re in Love With a Psycho.

Gênero: Indie Rock, Neo-Psychedelia, BritPop, Alternative Dance.

1
Avaliação: 4/5

Na sequência, e não menos merecedora de apreciação e elogios, está a banda norte-americana de folk rock Fleet Foxes. Com seu lançamento Crack-Up, está na quarta posição entre os melhores álbuns do ano na opinião da comunidade de usuários do Rate Your Music, até o momento com média 3,74/5.

FF

Top5: Third of May / Ōdaigahara, If You Need to, Keep Time on Me, Fool’s Errand, Crack-Up, On Another Ocean (January / June).

Gênero: Progressive Folk, Chamber Folk, BritPop, Psychedelic Folk.

1
Avaliação: 4/5

Para encerrar a lista, recomendo 3 álbuns que avaliei com 3,5/5, sendo respectivamente:

Música #4

imgdtk

Ahoy mochileiros!

Demorei um pouco pra idealizar este novo post porque eu queria trazer dicas de ferramentas musicais, e enfim concentrarei aqui as melhores, na opinião da maioria dos usuários. Vou apresentar 4 sites abaixo, que permitem a criação de perfis, avaliações musicais (ratings) e recomendações diárias baseadas em seu gosto musical.

rym

Criado em Seattle no ano de 2010, o R.Y.M é uma base de dados musicais sem fins comerciais, com plataforma que permite aos usuários adicionarem álbuns , EPs , singles e avaliá-los. O sistema de classificação usa uma escala de meia-estrela (ou 0,5 pontos) para um máximo de cinco estrelas (ou 5 pontos). Desta forma, Rate Your Music guarda semelhanças com a wikipedia, uma vez que todo o conteúdo das bases de dados é gerado conjuntamente pela comunidade de utilizadores registrados (artistas, lançamentos, biografias, etc). O site já possui mais de 500 mil inscritos e mais de 5 milhões de álbuns catalogados.

índice

Fundado por Michael Erlewine em 1991, o Allmusic é um guia musical com fins comerciais. Considerado um dos melhores padrões entre os sites do segmento musical, sua a base de dados é licenciada e usada em centenas de milhares de lojas de música e páginas de compra online. Em uma última estimativa de 2011, o site já possuía mais de 5 milhões de canções completamente digitalizadas, e também a maior biblioteca de capas de álbuns com mais de meio milhão de capas. A partir de 2013 o site passou a permitir também avaliações no sistema de classificação semelhante ao do RYM.

709px-Lastfm_logo.svg

O website Last.fm, criado em 2002 no Reino Unido, é um site com função de rádio online agregando uma comunidade virtual, onde são trocadas informações e recomendações. O last.fm permite a construção de um perfil detalhado do gosto musical de cada usuário, reunindo e exibindo suas músicas e artistas favoritos numa página feita com as informações coletadas e gravadas por um plugin do próprio site instalado no aplicativo de execução de música (music player) do computador do usuário.

Este plugin, denominado scrobble, registra cada música ouvida e lança para a base de dados do site. Assim, foi arquitetado um algoritmo que gera recomendações diárias exclusivas para cada usuário.

O last.fm é atualmente uma das principais plataformas sociais de música na Internet, com mais de 40 Milhões de usuários no mundo totalizando mais de 100 bilhões de scrobbles desde 2003.

Metacritic_logo.svg

Metacritic é um website americano, criado em 2001 por Jason Dietz. Reúne em sua base de dados críticas de álbuns, videogames, filmes, programas de televisão, DVDs e livros. Para cada produto, um valor numérico de cada crítica é computado e daí retirado uma média aritmética ponderada. Um trecho de cada crítica é citada junto com um hyperlink para a fonte. Além disso, as críticas são ilustradas com três cores — vermelho, amarelo e verde —, resumindo a avaliação de cada produto.

Cada nota é convertida para uma nota percentual, com alguns veículos recebendo um peso maior dependendo da categoria. O site apresenta ainda a possibilidade de os usuários cadastrados publicarem suas críticas, mas essas notas não são consideradas para a média “oficial”.

forma-de-gelo-guitarras-cool-jazz-fred-

Eu particularmente uso o music player itunes, e para fins de organização dos discos visito o allmusic e o metacritic  (download de capas e informações). Para avaliações e recomendações me concentro no Rateyourmusic e no Lastfm. Complementarmente, visito os sites bandoftheday, movethatjukebox e newalbumreleases para acompanhar lançamentos e artistas mais raros.

Meu Perfil no RateYourMusic

Meu Perfil no Last.FM

headphones

Um abraço e até breve!

Música #3

music3

 

O ano de 2017 não começou lá muito empolgante para os amantes do rock e subgêneros, exceto pelo retorno convincente do The XX em seu terceiro disco I See You, que retomou as expectativas com aquele indietronic caracterizado em seu debut de 2009.

Sem me alongar, deixo para apreciação o álbum completo e minha breve análise. Em breve os analisarei com calma ao vivo xD

Faixas favoritas: Say something loving, On hold, Dangerous, A Violent noise, Brave for you.
Gênero: Indietronic, Future Garage, Dream Pop, UK Bass, Microhouse.
Avaliação: 3,5/5

Mas a manchete dessa postagem vai ficar por conta da incursão pela música nacional que fiz nos meses de dezembro e janeiro, por indicação dos amigos. Não me arrependi. Seguem respectivamente os álbuns mais surpreendentes que conheci neste período:

Chico Buarque – Construção (1971)

construcao

Um dos maiores ícones do MPB nacional, além de músico é dramaturgo e escritor brasileiro, tendo nascido em 1944 no Rio de Janeiro. Ganhou destaque vencendo vários festivais de música popular brasileira e foi um dos artistas mais ativos na crítica política e na luta pela democratização no país.

Faixas favoritas: Construção, Cotidiano, Deus lhe pague, Desalento e Cordão.
Gênero: MPB, Samba, Samba-canção, Bossa Nova.
Avaliação: 5/5

Novos Baianos – Acabou Chorare (1972)

chorare

Novos Baianos é um conjunto musical brasileiro, formado na Bahia, que atingiu seu auge entre os anos de 1969 e 1979 e que se reuniu novamente em 2016. Eles marcaram a música popular brasileira e até o rock brasileiro dos anos 70, utilizando-se de vários ritmos musicais brasileiros que vão de bossa nova, frevo, baião, choro, afoxé ao rock n’ roll. Segundo a Revista Rolling Stones é o melhor disco do Brasil de todos os tempos.

Faixas favoritas: Tinindo Trincando, Acabou Chorare, Brasil Pandeiro, Preta Pretinha, Besta é Tu.
Gênero: MPB, Samba, Samba-Rock, Tropicália, Frevo, Psychedelic Rock
Avaliação: 4/5

Metá Metá – Metá Metá (2011)

meta

Metá Metá é uma banda de jazz de São Paulo criada em 2008 e formada pelo trio Juçara Marçal (voz), Kiko Dinucci (guitarra) e Thiago França (saxofone).

É considerado um dos grupos mais prestigiados e representativos do recente cenário musical brasileiro. O nome significa “três em um” em iorubá e o trio trabalha com a diversidade de gêneros musicais brasileiros, utilizando arranjos econômicos que ressaltam elementos melódicos e signos da música de influência africana no mundo.

Vencedores de dois prêmios no Prêmio Multishow da Música Brasileira (2013 e 2015) e eleito como um dos dez melhores shows de 2015 pelo Jornal O Globo.

Faixas favoritas: Vale do Jucá, Trovoa, Papel Sulfite, Vias de Fato, Umbigada.
Gênero: Vanguarda paulista, Jazz-Rock, MPB
Avaliação: 4/5

Cabe por fim uma menção honrosa ao compositor Geraldo Vandré, advogado, cantor, compositor, poeta e violonista brasileiro, conhecido por ser um dos nomes mais célebres da música popular brasileira. Conheci os álbuns Das Terras de Benvirá e Canto Geral, ambos bem avaliados entre 3,5 e 4. Porém, na minha opinião, talvez a música mais marcante da música brasileira, não só por sua importância na época do regime militar, mas também para a posteridade, no intuito de um grito ecoando pelos tempos, para que não deixemos que os erros do passado sejam cometidos novamente… deixo como fim deste post musical:

Música #2

Beatles – Revolver

6112311

Estava demorando para citar a melhor banda de todos os tempos em minha opinião. Não só por ter me “iniciado” no rock, mas por ser uma influência incontestável na história do gênero, com sua técnica, melodia e carisma. Este álbum foi tido como o melhor de 1966 na opinião dos críticos e no momento ocupa a nona posição entre os melhores álbuns de todos os tempos, na plataforma Rate Your Music.

Faixas favoritas: And your bird can sing, Eleanor Rigby, For No One, I’m Only Sleeping e Taxman.
Gênero: Rock (Psychedelic + Melodic Rock + Influences)
Avaliação: 5/5

 

Paul Banks – Banks

6042197

Me deparei com esta grata surpresa nesta semana. O vocalista Paul Banks, integrante de uma de minhas bandas preferidas (Interpol) havia lançado este álbum em 2012 através de seu nome real, e não com seu pseudônimo Julian Plenti. Ok, o álbum não soa como Interpol e nem tem essa pretensão. Mas vale a observação de que dois anos antes dessa obra pessoal a banda lançava seu quarto álbum “Interpol” com este mesmo aspecto pálido, sombrio e enigmático.

Paul Banks tem uma voz “agridoce” que funciona bem em quase qualquer melodia, desde que haja tristeza inerente na mistura. Parece mesmo uma melancolia folk e melodias de um bom indie rock. É um prazer ouvi-lo mesmo que ele pareça ferido na maioria das vezes. Há indícios de experimentalismo, mas eles são mínimos e não prejudicam o álbum. Avaliei com 3,5/5.

Faixas favoritas: The Base, Young Again, Arise, Awake, Another Chance.
Gênero: Rock (Post Punk + Indie Rock + Folk)
Avaliação: 3,5/5

Bloc Party – Hymns

5863316

Confesso que para mim, foi um dos álbuns mais esperados no início deste ano. Lançado em 29 de janeiro, foi o quinto álbum da banda.

A banda começou bem com a criatividade de seus primeiros álbuns: Silent Alarm e A Weekend in the City. Em 2008 teve uma boa decaída com o álbum Intimacy, mais ainda nada que colocasse em xeque o perfil do grupo. A expectativa com Hymns foi grande porque a meu ver a banda atingiu o ápice de qualidade em seu quarto álbum, Four (2012).

Mas acabei concluindo que Hymns é o álbum onde o Bloc Party tem uma reviravolta, talvez pela influência dos álbuns solos de Kele, que em vez de agregar parece ter deixado escapar toda a auto-consciência, sagacidade e sutileza que a banda tinha construído em sua história.

O álbum tentou ser dramático e acabou sendo monótono. Tentou ser um pop-agradável (talvez numa tentativa de viés comercial) que acaba conquistando muitos fãs (leia-se $$) mas acabou sendo desafinado e pouco intuitivo. Arrisco dizer que é descaradamente patético, e espero que esta seja a última coisa lançada sob o nome do Bloc Party, pois já não tenho nenhuma expectativa.

Faixas favoritas: ???
Gênero: Indie Rock, Post-Punk Revival, Indietronic, Alternative Dance, Synthpop, Alternative Rock
Avaliação: 2/5

Música #1

cdcover

 

Aos poucos pretendo trazer recomendações musicais, modelando o perfil que pretendo para o blog. Logo, independente de período pré-determinado, irei apresentar 3 álbuns por postagem, os quais avalio na plataforma RateYourMusic, sendo respectivamente:

1 – Álbum que considero uma obra-prima, que todos devem ter a oportunidade de ouvir (nota = 5);

2 – Álbum lançado no mês ou ano do post e que achei válido recomendar (notas variadas 3-5);

3 – Álbum “decepção” do mês (nota <=2,5).

Clocks & Clouds – The Creation of Matter

Trio instrumental dos EUA (Minneapolis) formado em 2010. Composto por Stephanie Shogren (violino), Lucas Shogren (violoncelo) e Derek Powers (bateria), o trio combina instrumentação clássica com a estética do rock. Já possuem 2 álbuns próprios, além de tributos, cito os de Beethoven e Muse.

Teenage Fanclub – Here

Banda de rock alternativo e folk formada no Reino Unido em 1989. Composto por Norman Blake (vocal / guitarra), Raymond McGinley (vocal / guitarra), Gerard Love (vocal / baixo), Francis Macdonald (bateria), e Dave McGowan (teclados e guitarra). Tem uma trajetória regular desde 1991, apesar de não ser uma banda reconhecida no mainstream musical, e lançou em agosto deste ano seu décimo primeiro disco.

Kings of Leon – Walls

A decepção do mês. Nem vou me alongar. Eu tinha uma esperança no retorno daquele Kings of Leon que conhecemos em Youth & Young Manhood (2003) e Aha Shake Heartbreak 2004. Mechanical Bull (2013) deu esta esperança aos fãs daquela originalidade, que deu sinais de voltar em Supersoaker. Ledo engano. Walls demonstra uma apatia do início ao fim, uma falta de vontade e aqueles falsetes apelativos que buscam o encantamento do “novo” público da banda. Eu encerro minhas expectativas por aqui, deixando Slow Night, So Long, meu single favorito, nas paredes estruturadas que ficarão nas boas memórias.